Decisão não é inédita. Outras sentenças contra as fabricantes já foram dadas nos Estados Unidos
Um júri da Flórida condenou recentemente as empresas R. J. Reynolds (subsidiária da Reynolds American) e Philip Morris (subsidiária do grupo Altria), duas gigantes da indústria tabagista, a pagarem uma indenização no total de US$ 26,6 milhões para a viúva de um homem morto por câncer de pulmão.
O marido da mulher (Robin Cohen), Nathan Cohen faleceu em 1994 aos 68 anos de idade, supostamente devido aos cigarros fabricados pelas empresas.
A gigante Philip Morris afirmou que vai recorrer da decisão judicial, e a empresa R.J. Reynolds ainda não se pronunciou a respeito do ocorrido.
Um júri da Flórida condenou recentemente as empresas R. J. Reynolds (subsidiária da Reynolds American) e Philip Morris (subsidiária do grupo Altria), duas gigantes da indústria tabagista, a pagarem uma indenização no total de US$ 26,6 milhões para a viúva de um homem morto por câncer de pulmão.
O marido da mulher (Robin Cohen), Nathan Cohen faleceu em 1994 aos 68 anos de idade, supostamente devido aos cigarros fabricados pelas empresas.
A gigante Philip Morris afirmou que vai recorrer da decisão judicial, e a empresa R.J. Reynolds ainda não se pronunciou a respeito do ocorrido.

Cigarro
Além dos US$10 milhõs compensatórios, as empresas ainda devem pagar cada uma, mais US$10 milhões, totalizando US$26,6 milhões pagos pelas empresas.
Caso Engle x R. J. Reynolds
O caso que abriu precedente para essa avalanche de processos contra a indústria tabagista deriva do caso Engle versus R. J. Reynolds, aberto em 1994.
Devido a ele, um júri da Flórida aceitou a tese de que o tabaco provoca câncer de pulmão e outras doenças relacionadas. Devido a isso, condenou as empresas do setor a pagarem o montante de US$145 bilhões em indenizações aos fumantes doentes.
O caso abriu precedente para processos posteriores. A postura das empresas diverge: a Philips Morris anunciou que vai recorrer da decisão, pois entende que o tribunal não agiu dentro da lei ao abandonar o princípio de que a obrigação da prova cabe ao acusador. Já a empresa R. J. Reynolds não se pronunciou sobre esse caso específico, mas em processos anteriores já havia deixado claro que recorreria de sentenças derivadas do caso Engle.
Empresa
O número de processos contrários às empresas tabagistas é alto: em treze meses foram julgados treze casos, sendo que onze deles resultaram em punições para as empresas.
Os países estão tomando medidas drásticas para conter o fumo em seus países. Um exemplo é a lei anti-fumo de São Paulo, que conta com o apoio da quase totalidade da população, inclusive alguns fumantes. A lei, que proíbe o fumo em lugares fechados e estabelecimentos comerciais, pode ser adotada em outros estados.

VAMOS DIZER: É PROIBIDO FUMAR!
PROFESSOR - DÊNIS PESSOA